Pneu é igual remédio: se puder, vai no ‘consagrado’
Existem diversas marcas e qualidades para o componente, mas, se puder, compre as marcas consideradas ‘originais’
Publicado em 27/04/2023 às 07h02
Comprar o remédio genérico não tem problema, mas quando o caso é mais grave até os médicos dizem: “compra o original, tá?”
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- E eu digo o mesmo a respeito dos pneus. Tem as marcas originais, aquelas que equipam o automóvel quando deixa a linha de montagem. Tem também as outras marcas de pneus tradicionais e conhecidas no mundo inteiro, que equipam modelos de outros fabricantes com a mesma qualidade.
- Aí vem o segundo tipo, que seria o genérico, que se encontra, por exemplo, nos supermercados. Mais barato, tem uma qualidade mínima e inferior àqueles de primeira linha.
- E finalmente as marcas desconhecidas, importadas ou contrabandeadas de países asiáticos e problemáticos até em termos de durabilidade.
Em outras palavras, Pirelli, Firestone, michelin, goodyear, Brigestone
Pirelli não está prestando mais… tá cheio de reclamação sobre a marca na internet. Outra marca de renome e de qualidade é a Continental!
Realmente, pra uso urbano, se a grana estiver curta, os genéricos são opções a serem levadas em conta. Para estrada, já acho melhor investir um pouco ter os pneus de primeira linha!
Para carro até 90 CV, qualquer marca que tiver selo Inmetro está bom. Para uso urbano, não é muito significativa a diferença. Mas deve ser novo. Remold e companhia não valem a pena, digo por experiência própria.
