Renault Sandero S Edition traz estilo do R.S. para o 1.0
A nova versão de entrada do Renault Sandero traz o para-choque do finado R.S. 2.0, mas sob o capô está o 1.0 de 82 cv
Publicado em 05/11/2021 às 12h08
Atualizado em 11/08/2022 às 16h01
O esportivo Renault Sandero R.S. está morto oficialmente e as unidades encontradas nas concessionárias são as últimas. O principal motivo disso é o motor 2.0 16v não atender às novas legislações de emissões. Mas a roupagem do R.S. ganhou uma segunda chance com a S Edition apresentada hoje.
Assim como o GT Line, a S Edition usa o Sandero 1.0 como base. O para-choque dianteiro é o mesmo do R.S., a diferença fica por conta da grade vinda do GT-Line. Faróis e lanternas escurecidos completam o pacote visual emprestado do irmão mais veloz.



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Na lateral começa a fica evidente que esse é um Sandero 1.0 fantasiado: a saia lateral não foi aproveitada e as rodas são de aço estampado com calotas. O adesivo preto na coluna B também não está presente.
O Renault Sandero S Edition é o novo modelo de entrada
O preço de R$ 76.790 deixa essa nova versão do Sandero na base da cadeia alimentar do hatch, o GT Line parte de R$ 79.690. Ele traz o motor 1.0 SCe de 82 cv e 10,5 kgfm, o cambio é sempre o manual de cinco velocidades.


De série já vem a direção com assistência eletro-hidráulica, ar condicionado, vidros elétricos na dianteira, travas elétricas nas portas e no porta-malas, sensor de ré, quatro airbags, central multimídia Media Evolution e quatro alto-falantes.
As opções de cores são branco Glacier, prata Étoile, preto Nacré, vermelho Vivo e cinza Cassiopée, sendo apenas a pintura vermelha sem acréscimo de preço. O branco aumenta em R$ 700 e as outras em R$ 1.500. A central multimídia é colocada como opcional mas sem acréscimo ao preço.
A opção mais equipada, e também fantasiada de esportivo, é o GT Line. O Boris mostra:
Fotos: Renault | Divulgação
77k numa versão sem retrovisor eletrico sem rodas de liga leve e ainda por cima sem motor 1.6 essa versão e uma verdadeira safadesa
É moço, ficar com meu cliozinho 2014, num preço desse sem chance
77 mil num carro 1.0 aspirado e com longa jornada no Brasil (sequer é uma novidade). Carro zero voltou a ser coisa de gente (muito) rica.





