Flagramos o Fiat Grande Panda, sucessor do Argo
O compacto está recebendo mudanças para ser vendido no Brasil e deverá ganhar um nome diferente — e não será Uno como muitos dizem
Publicado em 01/05/2025 às 11h00
Nosso editor chefe Felipe Boutros flagrou um curioso Citroën C3 todo camuflado pelas ruas de Belo Horizonte (MG). Sob essa casca do compacto francês está o novo Fiat Grande Panda, que será vendido no Brasil como sucessor do Argo e iniciará uma nova família de carros.
O motivo de estar disfarçado de Citroën é a plataforma do novo Fiat Grande Panda. Ele utiliza a arquitetura CMP/Smart Car, que é modular e foi desenvolvida pela PSA para abrigar modelos a combustão, híbridos ou elétricos.


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Dentro da Stellantis o sucessor do Argo é chamado de Projeto 328 ou F1H. Segundo o portal Autos Segredos, o modelo nacional terá algumas diferenças quando comparado ao Grande Panda italiano e poderá ter outro nome — e não será Uno!
Uma das mudanças na versão brasileira é remover o nome “Panda” estampado nas portas, a Fiat está deixando o carro um pouco mais sério para agradar ao gosto brasileiro. A principal diferença estará sob o capô, com a adoção dos motores 1.0 e 1.0 turbo da família Firefly, sendo esse segundo com o sistema híbrido leve de 12 volts que já está nos SUVs da marca.
Na Europa ele já é vendido com os motores 1.2 da família Puretech, desenvolvida pela Peugeot-Citroën, ou como elétrico. Por enquanto a versão elétrica não apareceu nos planos da Fiat.

O sucessor do Argo será o primeiro carro da Fiat feito em Betim (MG) com a plataforma CMP. Além do hatch baseado no Grande Panda, essa base dará origem a uma nova Strada e aos sucessores da dupla Fastback e Pulse.
O início da produção do Grande Panda nacional está agendado para o início de 2026, com o lançamento previsto para o primeiro semestre. Seus derivados serão mostrados futuramente, provavelmente chegando a partir de 2027.
Esse será um dos lançamentos mais importantes para a Fiat do Brasil nos últimos anos. Ele marca o início de uma plataforma mais moderna e poderá ser o primeiro hatch compacto nacional eletrificado.
Agora porque ele está usando uma placa normal? Não deveria ser a placa Mercosul? Alguém explica?
Placa verde é usada por veículos em desenvolvimento, não tem motivo para a Fiat gastar dinheiro e tempo trocando para o padrão Mercosul já que o veículo será testado em território nacional.
São cadastradas no CNPJ dos mesmo e não tem um chassi fixo, podendo ser colocada em qualquer carro em desenvolvimento pelos mesmos.
Bateria verde é usada em veículos em desenvolvimento, não é padrão Mercosul pois não é obrigatório a atualização, enquanto não perderem a placa ou não quiserem atualizar não precisa.
É usada diversas vezes em veículos diferentes.
Que gente burra…ele não é sucessor do Argo, mas sim do UNO. Aliás, o Uno se cham Panda na Europa.


