Lançada recentemente no Brasil, a Harley-Davidson Sportster S chegou com uma proposta diferente da primeira versão, feita em 1957. Antes uma motocicleta de entrada, mas devido ao sucesso e ao aprimoramento de suas tecnologias, ela vem pressionando modelos maiores.
Com descrito no vídeo da avaliação, a nova Harley-Davidson Sportster S porta o novo Revolution Max 1250T V-Twin, que é capaz de atingir até 121 cv de potência e 13 kgfm de torque. O câmbio de 6 velocidades e a transmissão por correia são tecnologias já muito utilizadas pela marca e junto com o conjunto propulsor fazem cair por terra a piada de que Harley pinga óleo.
Condução
O modelo não é dos mais leves, afinal é uma 1250. Mas mesmo com seus 228 kg, o assento baixo e os modos de condução (esporte, estrada, chuva e outros dois programáveis) possibilitam uma pilotagem tranquila ou mais nervosa, dependendo da escolha do piloto.
Tecnologia
O painel da Sportster S é completo. Ele conta com conectividade bluetooth, USB, espelhamento do celular, monitoramento da pressão nos pneus e iluminação em LED. Os freios ABS, controle de tração e os demais comandos se aprimoram e ajustam em tempos chuvosos.
Equipamentos
Na composição do desenho do chassi e carenagem, o modelo entrega um copo bem leve e de pilotagem mais esportiva. O guidão mais curto e o para-lamas traseiro preso à roda compõem essa característica.
Suspensão
O modelo Harley-Davidson Sportster S conta com um garfo invertido na dianteira e de 43 mm de curso e um monoamortecedor com ajuste hidráulico de pré-carga manual na traseira.
Preço
A Sportster S está disponível a partir de R$ 125.900 na cor Vivid Black (preta) e R$ 128.800 nas cores Bright Billiard Blue (azul), Gray Haze (cinza) e White Sand Pearl (branca).
Conclusão
A Harley-Davidson Sportster S apresenta uma condução muito agradável. A transmissão por correia deixa tudo muito silencioso e o centro de gravidade baixo garante agilidade para manobras.
Mas embora a posição de pilotagem garanta conforto com os braços e pernas esticados, o que é bom para longas viagens, o banco e suspensão duros causam desconforto. Outro ponto negativo é que mesmo sendo uma opção viável também para a cidade, quem quiser andar com garupa terá que comprar e instalar o banquinho e pedaleiras e ainda alertar o passageiro para não queimar a perna no escapamento que é desprotegido no final da moto.
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