Películas: percentuais mentirosos
Consumidor pode ser enganado na hora de colocar película para escurecer o vidro do carro; Afinal, existe um escurecimento máximo permitido
Publicado em 28/04/2022 às 07h32
Neste mês que começa com o dia da mentira, nós estamos alertando no AutoPapo para os diversos números mentirosos usados para convencer o freguês a levar gato por lebre.
E entre eles o da transmitância luminosa daquelas películas que escurecem os vidros dos carros. E que tem um limite legal de escurecimento em percentuais que variam com a posição do vidro.
E onde está a mentira para enganar o freguês? Digamos que a película será aplicada em um vidro onde o percentual máximo seja de 28%. E nela vem gravado este percentual: 28%.
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Mas o problema é que alguns vidros já vem de fábrica com um pequeno escurecimento de, por exemplo, 10%. E aí o carro fica ilegal e sujeito a multa, pois naquele vidro o escurecimento (soma dos dois percentuais) ultrapassa o permitido e vai para 38%.
No caso de transparência, o cálculo não é soma dos valores. Se isso for verdade, 2 camadas de 50% deixaria em zero, o que não é verdade.
Abordagem completamente equivocada e chamada da reportagem completamente infeliz: se o vidro a ser aplicado ja possui 5, 10, 60, 80 % de escurecimento na ocasiao de sua fabricacao, isso nao é problema do fabricante da pelicula que vende e garante o seu produto com base num fundo de vidro, etc com 100 % de transparencia.
