País europeu deu recompensas agressivas a quem fosse bem nas Olimpíadas de Inverno, mas até agora está atrás do Brasil no quadro de medalhas
Nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, disputados em Milão e Cortina d’Ampezzo, o valor de uma medalha de ouro vai muito além do pódio para atletas de alguns países. Para dar um ânimo a seus competidores, por exemplo, a Polônia criou um pacote de incentivos agressivo que inclui de dinheiro em espécie a bens a um Toyota Corolla e um apartamento de dois cômodos entre os prêmios de desempenho.
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O modelo escolhido para premiar os poloneses é o Toyota Corolla Hybrid, avaliado em cerca de R$ 190.000 no mercado europeu. O sedã é equipado com um motor 1.8 eletrificado capaz de gerar 140 cv de potência combinada. Como no Brasil, o apelo sustentável fica evidente no consumo: o carro faz médias de cerca de 22,7 km/l.
Além das chaves do veículo e da escritura do imóvel, o atleta polonês que levou a medalha de ouro em modalidades individuais embolsou cerca de R$ 1,2 milhão, além de joias, um quadro e até vouchers de férias.

Apesar da motivação milionária, a Polônia ainda não viu seu investimento em carros e imóveis se materializar na edição atual. Até essa quinta-feira (19), o país estava atrás do Brasil no quadro de medalhas, com zero ouro, três pratas e um bronze.
A estratégia polonesa de mesclar bens de consumo e dinheiro contrasta com o modelo de outras nações, que priorizam o ‘Pix na conta’. O ranking global de bonificações olímpicas do tipo é liderado por Singapura e Hong Kong, que desembolsam o equivalente a R$ 4,2 milhões e R$ 4,0 milhões, respectivamente, para seus campeões de ouro.