Os automóveis eletrificados entregam muito desempenho e versatilidade, mas tem um porém quando a carga fica muito baixa
O que eu acho dos veículos elétricos? Eu acho que para o Brasil, por enquanto, a melhor solução ainda é o carro híbrido, que tem um motor a combustão e um motor elétrico, ambos tracionando o automóvel.
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Nesse tipo de veículo, o motor principal é o elétrico, que tem maior potência e dá um bom desempenho ao carro híbrido. Entretanto, normalmente ele só tem alcance, autonomia, de 100 km a 150 km no máximo. Mas isso não é um problema, pois a partir daí entra o motor a combustão.
Mas, imagine que você vai sair para viajar com seu híbrido, que possui um motor elétrico de 200 cv ou mais. Depois disso, se não tiver jeito de recarregar a bateria, você vai continuar com o motorzinho a combustão de, no máximo, 150 cavalos.
Esse motor mais fraco terá de empurrar um carro pesado de duas toneladas, por causa da bateria e dos dois motores. No final das contas, você vai chegar, pois estará rodando com gasolina, mas terá que ter muita paciência.
Pô Boris, que bola fora!
Eu sigo suas postagens no YouTube, dou o maior valor às suas opiniões, mas você precisa se atualizar sobre os híbridos… Isso de o carro ficar sem potência no meio da estrada não é verdade, ao menos segundo relatos de diversos proprietários. Basta configurar direito o carro.
“Apenas” 150cv eu acho que são suficientes num país onde a maioria ainda usa 1.0. O importante é chegar kkkk
Matéria fraca, que nada acrescenta ao leitor, aliás, bastante tendenciosa, pois falando mal de uma tecnologia que é bastante promissora e não é de agora! Existem híbridos no mundo há mais de 20 anos, Fusions nos EUA com mais de 1 milhão de kilometros (ou 625 mil milhas, como queiram) e funcionando perfeitamente.
O veículo híbrido tem duas configurações, aquele em que os motores elétricos e a combustão trabalham em conjunto e dependendo da habilidade do condutor, pode-se andar apenas no elétrico e a outra configuração onde a tração é feita pelos motores eletricos e o motor a combustão funciona como estacionário, apenas para gerar energia. Um bom motorista, que conhece o sistema híbrido, em situações favoráveis como plano o descidas pode maximizar o uso elétrico e economizando de maneira significativa combustível, chegando a fazer 25 até 30km/l. Falar que o motor elétrico vai rodar 150km e depois vai ficar com o motor a combustão fraquinho para empurrar um carro de 2 ton é uma informação que realmente não procede, informação de quem realmente não entende de híbrido. Outro detalhe importante: exitem modelos de híbridos que não tem a necessidade de carregamento por tomada, há um software que gerencia o carregamento da bateria, impedindo que ela chegue a zero. Quando chega a um valor mínimo definido pelo software, o motor a combustão irá providenciar o carregamento da bateria, e esse gerenciamento oscila entre 20 e 80% da carga para que ela tenha uma durabilidade maior! Não há relatos no Brasil de Fords ou Toyotas que tiveram que ter o seu módulo de baterias trocados.
O carro híbrido é sim um carro inteligente e que otimiza a economia de combustível com muito conforto e potencia sim! Já tive, por três anos e cheguei a fazer 800 a 900 km com 50 litros de combustível em um carro com 1,6 ton que é o Fusion Híbrido, o meu era 2018!
A reportagem trata de carros híbridos PHEV que são do tipo “plug-in” e não aos HEV, caso do Corolla e Haval de entrada. Mas pisou na bola ao não deixar claro sobre qual tipo de híbrido estava se referindo.
Não entendi, híbrido quer dizer que o o sistema elétrico e a combustão funcionam em conjunto e não individualmente .
Tenho carro híbrido há vários anos aqui no Japão, e não é bem assim que funciona. Não é necessário apenas tomada elétrica pra recarregar a bateria. O sistema vai recuperando a carga com energia fornecida pelas frenagens, ou usa a força motriz do carro em descidas ou desacelerações para gerar energia e recuperar a carga. Nunca se esgota totalmente a bateria para começar a funcionar o motor a combustão. Dessa forma nunca se perde potência do automóvel, pois os motores trabalham em conjunto o tempo todo.
Pelo relato acredito que estejam falando especificamente do BYD Song Plus, pois o Haval H6 não é bem assim hehehe
Prezado Boris, tenho um Haval H6 Phev com 393 CV e já fiz algumas viagens de cerca de 500km com o carro e isso que você relatou não ocorre.
O carro não deixa a bateria zerar. Quando chega em 4% entra o motor a combustão que passa a carregar as baterias e desse modo, o carro sempre está com fôlego de sobra. O gerenciamento que o sistema do carro faz não deixa ele ficar “manco”.
Também não entendi…
Que eu saiba, os hibridos já são projetados pra não deixarem a bateria descarregar. Se necessário, até intercalando a tração elétrica com a tração a combustão em certas situações, fim de não “esvaziar” a bateria e nem sobrecarregar o motor a combustão.